Ponte Pênsil Alves de Lima

Este projeto tem por objetivo programar estudos e estratégias sistematizadas nas escolas de Educação Básica do município de Ribeirão Claro, Norte Pioneiro do Estado do Paraná, junto com universitários e pesquisadores do Campus de Jacarezinho - UENP, para compor um acervo para o Memorial a ser construído sobre a Ponte Pênsil Alves de Lima.
Pretende-se com este estudo compor material impresso para as bibliotecas da Universidade e bibliotecas dos municípios circunvizinhos. A ponte, é patrimônio histórico e está localizada em terras do município de Ribeirão Claro. Foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Artístico do Estado de São Paulo (Condephaat), desde 1985, e pela Coordenadoria do Patrimônio Cultural do Paraná (CPC), em 2001.
As investigações e os estudos serão realizados sobre a memória histórico-cultural da Ponte Pênsil, que será construída por meio do conhecimento científico, do que é considerada uma raridade arquitetônica, que não dispõe de acervo no Município para que a comunidade local e seus visitantes conheçam sua verdadeira história.

PONTE PÊNSIL

Localização: Estrada Municipal Chavantes-Ribeirão Claro sobre o Rio Paranapanema
Número do Processo: 24173/85
Resolução de Tombamento: Resolução 65 de 02/12/1985
Publicação do Diário Oficial

  • ·  Poder Executivo, Seção I, 05/12/1985, pg 20

Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 247, p. 66, 22/01/1987


A ponte pênsil que transpõe o Rio Paranapanema foi construída pelo engenheiro Celso Valle no início deste século. Apresentava dois vãos vencidos por vigas de madeira, tipo Howe, e outros dois, por vigas simples, também de madeira. O canal, com um vão de 80 m aproximadamente, foi transposto por uma estrutura pênsil. Durante a Revolta Tenentista, em 1924, a ponte foi bastante danificada e, no ano seguinte, reconstruída sob a administração de Antônio Alves de Lima. Com a revolução de 1930, as forças legais dinamitaram as torres de sustentação da estrutura pênsil, destruindo-as e danificando o restante da estrutura. Em meados de 1934, a diretoria da Secretaria de Viação e Obras Públicas do Estado contratou a Companhia Construtora Nacional S. A. para recuperá-la.
(fonte: Alarico O. de Mattos e Guilherme Lebeis)

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